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PARASITOLÓGICO – EPF

exame parasitológico (EPF) é um tipo de análise laboratorial usada para investigar se há parasitas no intestino do paciente. O consumo de alimentos malpassados ou não higienizados adequadamente, bem como a ingestão de água contaminada, são algumas das principais portas de entrada para esses hospedeiros — os quais são prejudiciais à saúde humana. Por isso, quem costuma fazer a maioria das refeições fora de casa, reside em uma região deficiente em saneamento básico ou tem contato com outros fatores de risco precisa realizar esse tipo de exame com uma certa frequência.

Simples e eficiente, o EPF diagnostica não apenas a presença dos parasitas, mas também determina os tipos de vermes. Siga a leitura para saber como o exame é feito.

Quando o exame parasitológico é solicitado?

O EPF é um dos exames pedidos pelos médicos nos check-ups anuais. Além disso, também costuma ser solicitado quando o paciente apresenta sintomas característicos, tais como:

  • presença visível de parasita nas fezes;
  • cansaço inexplicável;
  • dor e distensão abdominal;
  • vômitos, diarreia ou sangue nas fezes;
  • coceira no ânus;
  • anemia;
  • redução do apetite e
  • perda de peso considerável.

Além disso, a sabedoria popular diz que comer terra, concreto ou carvão é sinal de presença de vermes no intestino das crianças. Realmente, muitas vezes o hábito de ingerir substâncias não alimentares tem relação com a parasitose. Isso ocorre devido à anemia causada por alguns tipos específicos de vermes.

Como o EPF é feito?

O EPF é realizado em uma amostra de fezes recém-colhida em um recipiente higienizado. Retirá-lo do vaso sanitário não é permitido, pois isso altera suas características, inviabilizando a análise.

Em seguida ao recolhimento, o frasco com o material deve ser fechado e levado ao laboratório. Isso precisa ser feito no mesmo dia. O tempo de refrigeração não pode ultrapassar 12 horas.

Existe algum preparo para o exame?

Para realizar o EPF não é necessário fazer jejum. No entanto, existem algumas recomendações básicas:

  • evite tomar medicamentos antiácidos e laxantes (inclusive, supositórios), pelo menos, 3 dias antes da coleta das fezes;
  • caso tenha feito algum exame que necessite de contraste oral (geralmente, presente em exames radiológicos), aguarde 3 dias para coletar o material fecal (ou o faça conforme a orientação do médico).

Como coletar e armazenar as fezes?

Antes de coletar as fezes, recomenda-se ao paciente urinar no vaso sanitário (crianças podem usar o coletor). Assim, evita-se a contaminação do material que seguirá para análise.

Feito isso, o paciente precisa defecar em um vasilhame limpo e seco. Depois, é necessário retirar frações de fezes de diferentes partes do bolo fecal (mais à direita, no centro e à esquerda). Atenção:

  • sempre que houver muco (catarro), pus ou sangue nas fezes, colha uma parte dessa porção, para que siga para a análise;
  • se visualizar algum parasita, colete-o impreterivelmente, para que também seja analisado;
  • ao entregar a amostra no laboratório, informe o atendente sobre a presença desses achados.

O material coletado deve ser colocado em um frasco fornecido pelo laboratório ou adquirido em farmácia. O recipiente utilizado não deve conter nenhum líquido conservante. Além disso, é importante que a quantidade de bolo fecal recolhida complete, pelo menos, meio frasco.

Se tudo for feito corretamente, o resultado do exame parasitológico sai em alguns dias. Depois, basta levá-lo ao médico solicitante para receber o diagnóstico e, se necessário, dar início ao tratamento adequado. Muitas vezes, trata-se de algo simples de resolver, mas com um imenso impacto no bem-estar e na qualidade de vida!

Quais achados intestinais são prejudiciais?

O exame parasitológico pode indicar tanto a presença de protozoários que não estabelecem uma relação de parasitismo com o hospedeiro, como de vermes causadores de doenças e que precisam ser tratados. Assim, se seu EPF acusou a existência de Entamoeba coli, Endolimax nana, Trichomonas hominis e Chilomastix mesnili, por exemplo, não é preciso se preocupar. Mas caso existam sintomas, a investigação deve mudar de foco e continuar.

Já se seu exame mostrou a presença de Entamoeba histolytica (causador da amebíase), Giardia lamblia (giardíase), Cryptosporidium parvun (criptosporidíase), Blastocystis hominis (blastociste humana), entre outros protozoários patogênicos, o médico dará início aos respectivos tratamentos. Todos esses são exemplos de vermes causadores de doenças.

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