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Ressonância magnética

A ressonância magnética é um dos exames mais solicitados por profissionais de diferentes áreas médicas. Seu alcance se estende a todas as partes do corpo, sendo usada para verificar tanto aspectos anatômicos quanto funcionais. Graças aos avanços na medicina diagnóstica, as imagens geradas nesse tipo de exame são cada vez mais precisas, o que permite identificar problemas, até mesmo, nos locais menos acessíveis do organismo.

Neste artigo, veja como a ressonância magnética funciona. Continue a leitura e entenda o que faz dela uma ferramenta insubstituível no diagnóstico de distúrbios e patologias.

O que é ressonância magnética?

A ressonância magnética é um exame de imagem que detecta os movimentos de moléculas de água presentes no organismo, assim como de diferentes campos magnéticos — sem o uso de radiação, como na tomografia. Com base nessas informações, ela determina as densidades das estruturas avaliadas, formando as imagens.

A ressonância magnética é considerada o exame não-invasivo mais sensível, especialmente em partes moles. Muitas vezes, ela é suficiente para se chegar ao diagnóstico. Em outras, precisa ser analisada junto a achados clínicos e patológicos.

Quais são os tipos de exames?

A ressonância magnética é um dos exames mais realizados pela saúde suplementar no Brasil (em média, 132 beneficiários de cada 1000), variando em diferentes tipos. Entre os mais comuns, há:

  • ressonância magnética funcional, usada para avaliar alterações metabólicas na atividade cerebral;
  • ressonância magnética de perfusão, para detectar áreas de isquemia ou com aumento de vascularização;
  • ressonância magnética ponderada em difusão, para identificar um acidente vascular cerebral (AVC) inicial ou doenças cerebrais;
  • ressonância magnética com imagem ecogradiente, para analisar estruturas cardíacas, pulmonares e abdominais;
  • espectroscopia por ressonância magnética, para diferenciar certos tipos de alterações, como tumores, Alzheimer, abscessos cerebrais e transtornos convulsivos;
  • angiografia por ressonância magnética, para mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e artérias;
  • venografia por ressonância magnética, para mostrar coágulos nas veias, bem como monitorar seu tratamento;
  • enterografia por ressonância magnética, para diagnosticar doença inflamatória do intestino delgado; entre outras possibilidades.

Como a ressonância magnética é realizada?

Para fazer a ressonância magnética, o paciente fica deitado sobre o equipamento, o qual se assemelha a um túnel. Incluindo a varredura, o tempo total de exame leva de uma hora e meia a três horas.

No entanto, algumas situações podem impedir sua realização. São elas:

  • mulheres que estejam no primeiro trimestre gestacional ou com suspeita de gravidez (nesse caso, deve-se confirmar ou descartar a hipótese por meio de um exame Beta-HCG);
  • pacientes cujo peso corporal (geralmente, superior a 150 kg) exceda a capacidade do equipamento de ressonância, impedindo sua acomodação adequada sobre o aparelho;
  • pessoas que tenham feito maquiagem definitiva ou tatuagem nos últimos 30 dias.

Já o nervoso (sensação de claustrofobia) sentido por alguns pacientes não é, em si, um impedimento. Isso porque, caso seja preciso, pode-se administrar algum calmante de uso habitual 1 hora antes de iniciar o exame. Em pacientes menores de 5 anos de idade, pode ser feito com anestesia.

Qual é a sua função da ressonância magnética no diagnóstico?

Para analisar algumas estruturas, são necessárias imagens de alta qualidade. Os especialistas costumam pedir a ressonância magnética quando precisam avaliar, por exemplo:

  • músculos;
  • ossos;
  • articulações;
  • tendões;
  • ligamentos;
  • vasos;
  • partes moles, como o encéfalo;
  • entre outros tecidos corporais.

Assim, trata-se de um exame bastante empregado, principalmente, no diagnóstico de problemas ortopédicos, como dores nos joelhos, por exemplo. Ao mesmo tempo, é essencial na identificação de distúrbios neurológicos, tanto nas estruturas cerebrais como na medula e na coluna vertebral.

Como se preparar para realizar a ressonância magnética?

Para realizar a ressonância magnética é preciso ter a solicitação médica e agendar o exame. Além disso, é preciso seguir alguns preparos simples:

  • jejum de 4 horas, inclusive de água;
  • estar com os cabelos limpos e secos (sem nenhum produto, como gel ou creme para pentear);
  • estar com a pele limpa (sem passar hidratante, filtro solar, creme, pomada analgésica ou qualquer tipo de óleo corporal);
  • não portar objetos metálicos (como aparelho ortodôntico móvel) ou joias (incluindo brincos e piercings).

Quais situações exigem cuidados especiais?

Pacientes menores de 18 anos devem comparecer à clínica acompanhados de um responsável maior de idade. O acompanhante tem que ficar no local até o final do procedimento.

Pacientes com mais de 70 anos que tenham indicação de uso de contraste devem apresentar o resultado atual de creatinina (realizado nos últimos 60 dias). O mesmo vale para pacientes:

  • diabéticos, com hipertensão ou gota;
  • com doença renal (aguda ou crônica);
  • que tenham feito algum procedimento cirúrgico nas vias urinárias ou rins (inclusive, transplante renal).

Pacientes com alergia a contraste ou a outros elementos, por sua vez, devem contactar o laboratório para checar as respectivas orientações. Se houver exames anteriores, recomenda-se apresentá-los.

Mulheres em período de amamentação que fizerem o uso de contraste devem suspendê-la, por precaução, nas 24 horas seguintes ao exame. Nesse caso, indica-se ordenhar o leite antes da ressonância, deixando-o adequadamente armazenado.

Pacientes que tenham feito cirurgias neurológicas precisam apresentar o laudo médico, com a marca e modelo do material implantado. Isso é necessário para avaliar se há compatibilidade com o material do campo magnético da ressonância.

Pacientes com marca-passos cardíacos, implantes e aparelhos oculares, implantes de ouvido, clipes de aneurisma, neuroestimuladores e fixadores ortopédicos externos não devem fazer o exame. Já pacientes que sofreram acidentes com armas de fogo devem consultar a possibilidade de realizá-lo com a equipe do laboratório.

Assim, para realizar sua ressonância magnética, procure uma clínica de confiança, que ofereça tecnologia de ponta e profissionais bem treinados e capacitados. Afinal, quanto melhor a qualidade das imagens obtidas, melhor a precisão no diagnóstico!

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